Serão postados poesias, mensagens, piadas. Poderei comentar algum fato que me tocou na atualidade. poderei tambám colocar convites de eventos. Baixo Astral nem pensar.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
O nosso Deus
O nosso Deus,
com amor sem medida,
chama-nos a vida,
deu-nos muitos dons...
Nossa resposta,
ao amor será feita,
se a nossa colheita,
mostrar frutos bons...
Mas é preciso que o fruto se parta e se reparta na
mesa do amor...
Participar,
é criar comunhão,
fermento no pão,
saber repartir....
Comprometer-se,
com a vida do irmão,
viver a missão,
de se dar, e servir...
Os grãos de trigo,
em farinha se tornam,
depois se transformam,
em vida no pão...
Assim também,
quando participamos desta mesa,
vamos ter a certeza,
de estarmos com CRISTO, em feliz comunhão...
Uma noite abençoada.
com amor sem medida,
chama-nos a vida,
deu-nos muitos dons...
Nossa resposta,
ao amor será feita,
se a nossa colheita,
mostrar frutos bons...
Mas é preciso que o fruto se parta e se reparta na
mesa do amor...
Participar,
é criar comunhão,
fermento no pão,
saber repartir....
Comprometer-se,
com a vida do irmão,
viver a missão,
de se dar, e servir...
Os grãos de trigo,
em farinha se tornam,
depois se transformam,
em vida no pão...
Assim também,
quando participamos desta mesa,
vamos ter a certeza,
de estarmos com CRISTO, em feliz comunhão...
Uma noite abençoada.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Sem Bússola

Poesias de Arethuza Viana
Sem Bússola
Como marinheiro à cata de fáceis amores,
O meu destino agora perambula pelo cais
No coração, tantas inevitáveis e afiadas dores
Na paisagem, onde amei e fiquei um pouco mais!
O mar revolto, convidativo me chama,
Para outras paisagens e tantas travessias.
Coração marinheiro, não chora, não ama,
Singra os mares, vive intensamente seus dias!
Sem bússolas, sem rumo certo, que assim eu viva
Indo à outras terras com o coração que nada teme.
Mas inevitavelmente choro e fico um tempo pensativa:
Será que meu coração outra vez se encantará?
Que mãos timoneiras, conduzirão um dia o leme
Que a algum porto seguro, finalmente, me levará.
Arethuza Viana
Caminhada pela Vida
Convite para todos.
16 de setembro às 8:00hs os membros da Rede de Prevenção vão se reunir para distribuir folhetos. Às 9:00hs nos uniremos à Caminhada pela Vida.
Saída da caminhada : Praça Sêca, em Jacarepaguá, percorrendo à Rua Candido Benício até o Largo do Tanque. Encerramento será na Escola de Samba Renascer onde as crianças farão apresentações de dança e outras.
Se vc. é Pela Vida venha juntar-se à nós.
Amiga
Poesia de Florbela Espanca
Amiga
Deixa-me ser a tua amiga, Amor,
A tua amiga só, já que não queres
Que pelo teu amor seja a melhor,
A mais triste de todas as mulheres.
Que só, de ti, me venha mágoa e dor
O que me importa a mim?! O que quiseres
É sempre um sonho bom! Seja o que for,
Bendito sejas ter por me dizeres!
Beija-me as mãos, Amor, devagarinho...
Como se os dois nascêssemos irmãos,
Aves cantando, ao sol, no mesmo ninho...
Beija-mas bem!... Que fantasia louca
Guarda assim, fechados, nestas mãos,
Os beijos que sonhei p'rá minha boca!...
Florbela espanca livro Mágoas
Amiga
Deixa-me ser a tua amiga, Amor,
A tua amiga só, já que não queres
Que pelo teu amor seja a melhor,
A mais triste de todas as mulheres.
Que só, de ti, me venha mágoa e dor
O que me importa a mim?! O que quiseres
É sempre um sonho bom! Seja o que for,
Bendito sejas ter por me dizeres!
Beija-me as mãos, Amor, devagarinho...
Como se os dois nascêssemos irmãos,
Aves cantando, ao sol, no mesmo ninho...
Beija-mas bem!... Que fantasia louca
Guarda assim, fechados, nestas mãos,
Os beijos que sonhei p'rá minha boca!...
Florbela espanca livro Mágoas
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Teus Olhos
Poesia de Florbela Espanca
Teus Olhos
Olhos do meu amor! Infantes loiros
Que trazem os meus presos, endoirados!
Neles deixei, um dia os meus tesoiros:
Meus aneis, minhas rendas meus brocados.
Neles ficaram meus palácios moiros,
Meus carros de combate, destroçados,
Os meus diamantes, todos os meus oiros
Que trouxe d'Além-Mundos ignorados!
Olhos do meu amor! Fontes... cisternas...
Enigmáticas campas medievais...
Jardim de Espanha...catedrais eternas...
Berço vindo do céu à minha porta...
Ó meu leito de núpcias irreais!...
Meu sumptuoso túmulo de morta!...
Florbela Espanca livro Charneca em Flor-"Sonetos"
Teus Olhos
Olhos do meu amor! Infantes loiros
Que trazem os meus presos, endoirados!
Neles deixei, um dia os meus tesoiros:
Meus aneis, minhas rendas meus brocados.
Neles ficaram meus palácios moiros,
Meus carros de combate, destroçados,
Os meus diamantes, todos os meus oiros
Que trouxe d'Além-Mundos ignorados!
Olhos do meu amor! Fontes... cisternas...
Enigmáticas campas medievais...
Jardim de Espanha...catedrais eternas...
Berço vindo do céu à minha porta...
Ó meu leito de núpcias irreais!...
Meu sumptuoso túmulo de morta!...
Florbela Espanca livro Charneca em Flor-"Sonetos"
Luz Total
Luz Total
Poesia de Florbela Espanca
Alma Perdida
Toda esta noite o rouxinol chorou,
Gemeu, rezou, gritou perdidamente!
Alma de rouxinol, alma da gente,
Tu és, talvez, alguém que se finou!
Tu és, talvez, um sonho que passou,
Que se fundiu na Dor,suavemente...
Talvez sejas a alma a alma doente
D'alguém que quis amar e nunca amou!
Toda a noite choraste... e eu chorei
Talvez porque, ao ouvir-te,adivinhei
Que ninguém é mais triste do que nós!
Contaste tanta coisa à noite calma,
Que eu pensei que tu eras a minh'alma
Que chorasse perdida em tua voz!...
Florbela Espanca livro de Mágoas
Poesia de Florbela Espanca
Alma Perdida
Toda esta noite o rouxinol chorou,
Gemeu, rezou, gritou perdidamente!
Alma de rouxinol, alma da gente,
Tu és, talvez, alguém que se finou!
Tu és, talvez, um sonho que passou,
Que se fundiu na Dor,suavemente...
Talvez sejas a alma a alma doente
D'alguém que quis amar e nunca amou!
Toda a noite choraste... e eu chorei
Talvez porque, ao ouvir-te,adivinhei
Que ninguém é mais triste do que nós!
Contaste tanta coisa à noite calma,
Que eu pensei que tu eras a minh'alma
Que chorasse perdida em tua voz!...
Florbela Espanca livro de Mágoas
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Em Busca do Amor
Poesias de Florbela Espanca
Em Busca do Amor
O meu Destino disse-me a chorar:
"Pela estrada da Vida vai andando,
E, aos que vires passar,interrogando
Acerca do Amor, que hás de encontrar."
Fui pela estrada a rir e a cantar,
As contas de meu sonho desfiando...
E noite e dia, à chuva e ao luar,
Fui sempre caminhando e perguntando...
Mesmo a um velho eu perguntei: "Velhinho,
Viste o Amor acaso em teu caminho?"
E o velho estremeceu... olhou... e riu...
Agora pela estrada, já cansados,
Voltam todos p´ra trás desanimados...
E eu paro a murmurar:"Ninguém o viu!..."
Florbela Spanca no livro Mágoas.
Em Busca do Amor
O meu Destino disse-me a chorar:
"Pela estrada da Vida vai andando,
E, aos que vires passar,interrogando
Acerca do Amor, que hás de encontrar."
Fui pela estrada a rir e a cantar,
As contas de meu sonho desfiando...
E noite e dia, à chuva e ao luar,
Fui sempre caminhando e perguntando...
Mesmo a um velho eu perguntei: "Velhinho,
Viste o Amor acaso em teu caminho?"
E o velho estremeceu... olhou... e riu...
Agora pela estrada, já cansados,
Voltam todos p´ra trás desanimados...
E eu paro a murmurar:"Ninguém o viu!..."
Florbela Spanca no livro Mágoas.
Alma minha, gentil que te partiste...
Alma minha gentil que te partiste...
Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.
Se lá no assento etéreo, onde subiste,
memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente
Que já nos olhos meus tão puro viste.
E se vires que pode merecer-te
Alguma coisa a dor que me ficou.
Da mágoa, sem remédio, de perder-te,
Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Camões
Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.
Se lá no assento etéreo, onde subiste,
memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente
Que já nos olhos meus tão puro viste.
E se vires que pode merecer-te
Alguma coisa a dor que me ficou.
Da mágoa, sem remédio, de perder-te,
Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Camões
Aquela triste e leda madrugada...
Poesias de Camões.
Aquela triste e leda madrugada...
Aquela triste e leda madrugada,
Cheia toda de mágoa e de piedade,
Enquanto houver no mundo saudade
Quero que seja sempre celebrado.
Ela só, quando amena e marchetada
Saía, dando ao mundo claridade,
Viu a postar-se de uma outra vontade,
Que nunca poderá ver-se apartada.
Ela só viu as lágrimas em fio,
Que de uns e de outros olhos derivadas.
Se acrescentaram em grande e largo rio.
Ela viu as palavras magoadas
Que puderam tornar o fogo frio,
E dar descanso às almas condenadas.
Camões
Aquela triste e leda madrugada...
Aquela triste e leda madrugada,
Cheia toda de mágoa e de piedade,
Enquanto houver no mundo saudade
Quero que seja sempre celebrado.
Ela só, quando amena e marchetada
Saía, dando ao mundo claridade,
Viu a postar-se de uma outra vontade,
Que nunca poderá ver-se apartada.
Ela só viu as lágrimas em fio,
Que de uns e de outros olhos derivadas.
Se acrescentaram em grande e largo rio.
Ela viu as palavras magoadas
Que puderam tornar o fogo frio,
E dar descanso às almas condenadas.
Camões
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Luz Total
Boa tarde para todos que venham me visitar.
Procurarei colocar poesias, mensagens, piadas etc para dar um toque de diversão.
Baixo astral NEM PENSAR.
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