sábado, 28 de dezembro de 2013

O Ano Novo

 
 
O Ano Novo
 
 
O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho.
 
É viver cada momento e construir a felicidade aqui e agora.
 
Claro que a vida prega peças.
 
O bolo não cresce, o pneu fura, chove demais, perdemos pessoas que amamos...
 
Mas, pensa só:
 
Tem graça viver sem rir de gargalhar, pelo menos uma vez ao dia?
 
Tem sentido estragar o dia por causa de uma discussão na ida pro trabalho?
 
Eu quero viver bem... E você?
 
2013 foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas, mas também de problemas e desilusões, tristezas, perdas, desencontros...
 
Normal... Às vezes, se espera demais.
 
A grana não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou.
 
Normal... 2014 não vai ser diferente.
 
Muda o século, o milênio, mas o homem é cheio de imperfeições.      
 
A natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas, e aí?
 
Fazer o quê?
 
Acabar com o seu dia?
 
Com seu bom humor?
 
Com a sua esperança?
 
O que eu desejo para todos nós é SABEDORIA.
 
Que todos nós saibamos transformar tudo em uma "Boa Experiência".
 
O nosso desejo não se realizou?   Beleza...
 
Não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para esse momento.
 
(Me lembro sempre de uma frase que ouvi e adoro:
 
   "Cuidado com seus desejos, eles podem se tornar realidade"). 
 
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano...
 
Mas, se a gente entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade,
as coisas ficam diferentes.
 
Desejo para todo mundo, esse olhar especial!
 
2014 pode ser um Ano Especial, se nosso olhar for diferente.
 
Pode ser muito legal, se entendermos nossa fragilidade e egoísmos e dermos a volta nisso.
 
Somos fracos, mas podemos melhorar;
 
Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
 
2014 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, especial!
 
Isso dependerá de mim... De você... De todos nós!
 
Pode ser...
 
E que seja!
 
COM TODO O MEU CARINHO
 
UM FELIZ 2014!
 
 
 
 


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Prece de Natal

 
 
Prece de Natal
(Ane Franco)
 
Senhor!
Que na noite de Natal
Eu possa me lembrar
Diante da partilha do pão,
De pedir ao Divino Mestre
Numa singela oração
Paz aos povos em guerras,
Perdão para as mágoas
Do coração.
 
Que eu me lembre senhor!
Dos amores perdidos,
Dos doentes angustiados,
Dos jovens esquecidos
No abandono da
Marginalização.
E que na minha prece
Eles possam encontrar
A bonança,
Que apazigua a tristeza
 
Para que na luz dos olhos
De cada menino e menina,
Haja um brilho de amor e
Esperança
Que surjam novos sonhos, fantasias,
 
Há como eu desejo!
Que minha prece suba aos
Céus
E que os anjos digam amém.
Para que haja mais reflexão
Antes de se julgar alguém.
 
Só assim nosso Natal
Terá um maior significado
De Jesus que veio ao mundo
Para pagar nossos pecados.
 
Que os sinos do Natal toquem os corações
Endurecidos,
Amargurados,
Descontentes,
Para que tenham uma Noite de Natal Plena de Amor.
 
 
 
 


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A felicidade custa muito pouco, pergunte aos realmente falizes.

 
"A felicidade custa muito pouco, pergunte aos realmente felizes".

 

 

Ser feliz ou ter razão?

 

Oito da noite, numa avenida movimentada.

O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.

O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.

Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire na próxima rua, à esquerda.

Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.

Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa

que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade admita que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.

Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.

Mas ele ainda quer saber:

- Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter

insistido um pouco mais... E ela diz:

- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.

 

Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!

 

Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma palestra, sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou esta cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão. Independentemente, de tê-la ou não.

 

Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência:

Quero ser feliz ou ter razão?

 

Eu já decidi...

Eu quero ser feliz.

 


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A importância da família na Dependência Química

A importância da família na Dependência Química
A família é fundamental para o sucesso do tratamento da dependência química. Pensar que tudo se resolverá a partir de uma internação, ou após algumas consultas médicas, é uma armadilha que não poupa a mais sincera tentativa de tratamento.
A dependência é um problema que se estruturou aos poucos na vida da pessoa. Muitas vezes, levou anos para aparecer. Muitas coisas foram afetadas: o desempenho escolar, a eficiência no trabalho, a qualidade dos relacionamentos, o apoio da família, a confiança do patrão, o respeito dos empregados. Como esperar, então, que algo que há tempo se faz presente na vida de alguém, e que lhe trouxe tantos comprometimentos, desapareça de repente? Quem decide começar um tratamento se depara com os sintomas de desconforto da falta da droga e, além disso, com um futuro prejudicado pela falta de suporte que o indivíduo perdeu ou deixou de adquirir ao longo da sua história de dependência.
Todos podem ajudar: o patrão, os amigos, os vizinhos, mas o suporte maior deve vir da família. As chances de sucesso do tratamento pioram muito quando a família não está por perto.
Por que a família é tão importante?
O dependente muitas vezes não tem a noção completa da gravidade do seu estado. Por mais que deseje o tratamento, entende que as coisas serão mais fáceis do que imagina. Por conta disso, se expõe a situações de risco que podem levá-lo de volta ao consumo.
O dependente sente a necessidade de ‘se testar’, expondo-se a situações de risco para ver se seu esforço está valendo a pena. A família deve ajudá-lo estabelecendo, com o dependente, regras que ajudem a afastá-lo da recaída. Todo o tratamento começa com um mapeamento dos fatores e locais de risco de recaída. A família deve ajudar o dependente a evitar esses locais. Isso não deve ser feito de modo policial. Não se trata de fiscalizar. Trata-se, sim, de chamá-lo à reflexão e à responsabilidade sempre que esse, sem perceber ou se testar, se expuser ao risco da recaída.
Há dificuldade em se relacionar com as pessoas, aguentar as frustrações, saber esperar a hora certa para tomar a melhor atitude. A autocrítica do dependente, por vezes, é dura consigo mesmo. Deixa um clima depressivo e de fracasso no ar. Isso pode fazer com que os planos para o tratamento sejam deixados de lado.
A família, no tratamento, mostra que o diálogo ainda existe. A rotina da dependência química traz ressentimentos para todos. Muita roupa suja vai ser lavada. No entanto, é preciso entender que se trata de uma doença. Em um primeiro momento há motivação do dependente para a mudança, sendo que o apoio da família para mantê-lo motivado é importantíssimo. Isso demonstra que a família ainda é capaz de se unir, conversar e resolver seus problemas. Quando o momento de ir para o tanque chegar, todos estarão fortalecidos e o assunto será tratado com mais ponderação e menos emoção.
A família já tinha problemas muito antes da droga aparecer. Famílias com problemas podem se constituir num fator de risco para o aparecimento do consumo abusivo de drogas entre seus membros. Não que a desestrutura seja a única causa ou a causa mais importante, mas pode contribuir. Desse modo, o tratamento da dependência passa pela avaliação da família e pela necessidade de seus membros também procurarem orientação e tratamento. Estudos mostram que vítimas de maus tratos, a presença de consumo problemático de drogas entre os mais velhos, violência, ausência de rotina familiar e a dificuldade dos pais em colocar limites nos filhos aumenta o risco do surgimento de dependência entre os seus membros. Desse modo, a cura passa a ser responsabilidade não só do dependente, mas de todos que o cercam.
O dependente sente dificuldades em organizar novas rotinas para sua vida sem as drogas. Precisa de apoio para superar as dificuldades e estabelecer um novo modo de vida sem drogas. Vários fatores interferem nessa tarefa. A pessoa pode estar fora do mercado de trabalho há muitos anos, desatualizada e sem contatos que lhe proporcionem voltar em curto prazo. Pode ter saído da escola muito jovem e agora está pouco qualificado para um bom emprego.

O que pode atrapalhar a participação da família:
Alguns problemas aparecem no momento em que a família resolve participar do tratamento:
a). O dependente sabe mais sobre drogas do que a família. A família é pouco informada sobre a questão das drogas, em especial as drogas proibidas (ilícitas). A pouca informação que a família possui vem dos meios de comunicação e de outras pessoas. Geralmente são distorcidas e sensacionalistas. O assunto é tratado de modo assustador. As drogas são apresentadas como algo demoníaco. Isso deixa os pais e filhos longe de um entendimento. Cria-se um clima de guerra, tudo é muito terrível e ameaçador. A família deve, primeiro, se informar. Além disso, não deve ter medo de dizer ao dependente que não entende do assunto. Afirmar algo sem saber o que se está dizendo, aumenta ainda mais a distância e a chances de diálogo.
b). A família fica sem saber qual a sua função. As drogas provocam mudanças importantes na vida familiar. Pais estão acostumados a serem os mentores dos filhos. De repente, os filhos entram num campo desconhecido. Passam a conhecer coisas que os pais não têm a mínima noção. Quando o dependente é um dos pais, os filhos veem-se em uma situação igualmente confusa: como interferir na vida daquele que os criou e ensinou como as coisas deveriam ser? Sem saber o que fazer com sua autoridade (abalada), muitos optam pelo autoritarismo. Isso só deixa o relacionamento ainda mais deteriorado.
c). A família culpa o dependente ou se culpa. Apontar culpa é exercer um julgamento. O veredicto de um julgamento é uma conclusão. Não precisa ser interpretado, entendido. Deve ser cumprido, e pronto. Não há mais o que fazer.
Esse é um grande erro que a família comete. Se os pais ou os filhos se culpam ou culpam alguém pelo que fizeram ou deixaram de fazer no passado acabou-se a possibilidade de seguir adiante. Ninguém tem culpa da situação, mas todos podem assumir responsabilidades para solucionar o problema! A presença desse espírito por parte de todos durante do tratamento melhora as chances de recuperação do dependente. Além disso, é uma grande oportunidade para sanar as dores e os ressentimentos que se acumularam debaixo do tapete e que agora, apesar de volumosas, ninguém quer ver.
d).Falta uma figura neutra. Por tudo o que já foi dito anteriormente, a análise do problema pela família e pelo dependente encontra-se distorcida. Muitas vezes pais e filhos (não importando quem seja o dependente) confundem a inabilidade de ambos em lidar com o problema, com as dores e ressentimentos que rolaram no passado.
Qualquer família erra, deixa de fazer ou mesmo traumatiza seus membros. Por outro lado, também lhe dá habilidades e compensações para minimizar ou superar essas perdas. Esse não é um caminho frutífero. Se a conversa não é mais possível, ou se só é possível dessa maneira, é sinal que chegou a hora de buscar uma figura neutra. Ela pode ser o profissional capacitado que se incumbirá de dar o tom do tratamento e ouvirão os dois lados.
Antes de chegar ao tratamento, outras figuras neutras importantes podem ser evocadas para facilitar o processo: um tio respeitado, um amigo, o líder da comunidade, o padre, o pastor, enfim pessoas que gozem da confiança de todos os membros da família.

“Errar, errar de novo, errar melhor.”
A família – no tratamento – significa buscar um novo elo entre os seus membros. Um novo casamento, uma nova criação dos filhos, uma nova imagem do pai e da mãe. O caminho novo a seguir é incerto e por isso sujeito aos erros. Muitos erros surgirão. Impossível não errar dentro de uma situação tão complexa como essa. Aliás, só não cometem erros aqueles que nada tentam. A todo instante tais erros precisam ser conversados, discutidos a fundo entre os membros da família e a equipe profissional que os assiste. Tratar o dependente não se resume somente à busca pela abstinência. É também a construção de um novo estilo de vida para o dependente e para a família.

 Colhido na Internet   Amor Exigente.

Só Por Hoje Nar-Anon

domingo, 1 de dezembro de 2013

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Ary Barroso

Ary Barroso
Foto: Arquivo Nosso Século
Ary Evangelista Barroso nasceu em Ubá, em Minas Gerais em 07 de Novembro de 1903. Aos 18 anos, com uma herança de 40 contos de réis, muda-se para o Rio de Janeiro, para fazer a faculdade de Direito.
Foi seduzido pela música e pela boemia - o que lhe levou seus 40 contos em dois anos, e quando terminou sua faculdade de direito (9 anos depois), já era um músico respeitado e gravado pelos maiores intérpretes da época.
Como radialista, criou o famoso Hora do Calouro, onde despontaram alguns dos maiores nomes da MPB, como por exemplo, Dolores Duran - que cantou uma música em inglês, com a perspectiva de um deboche de Ary Barroso, na época em plena fase do samba exaltação. Ary não só gostou como elogiou publicamente o jeito doce daquela menina cantar...
Como compositor, nunca hesitava em substituir uma letra quando tinha certeza que a sua podia ser melhor. Foi assim quando, ouvindo Lamartine cantar Na Virada da Montanha (Na grota funda / Na virada da montanha / Vai haver muita façanha / Com o mulato da Raimunda), Ary escreveu, ali mesmo na mesa, a letra de um de seus grandes sucessos, No Rancho Fundo.
Ary foi o nosso porta-bandeira no exterior - foi o primeiro compositor brasileiro a ser ouvido e respeitado nos EUA - Aquarela do Brasil chegou a ser cotada para hino nacional, pelo sucesso que sempre fez no exterior. Morreu no Rio de Janeiro em 09 de Fevereiro de 1964.

Hoje faria 110 anos. PARABÉNS!



terça-feira, 29 de outubro de 2013

Esperança

 
Esperança
(Santo Agostinho)
 
A esperança tem duas filhas lindas, a raiva e a coragem.
A raiva do estado das coisas e a coragem para mudá-la.
 
 
 
 
Esperança
(Valdemir Barbosa)
 
Deixe-se guiar pela luz, representada pela esperança e pelo amor.
Ilumine-se com ela, não deixando nenhum resquício de trevas em seu caminho
 
 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Sonhos

 
Sonhos
(Allan Kardec)
 
José, diz o Evangelho, foi avisado por um anjo, que lhe apareceu em sonho e que lhe aconselhou fugir para o Egito com o Menino Jesus.
(Mateus Cap. II  vv. 19-23
 
 
Sonhos
(Allan Kardec)
 
Os avisos por meio de sonhos desempenham grande papel nos livros sagrados de todas as religiões.
Livro A Gênese, Cap. XV parte três.
 
 
Sonhos
(Augusto Cury)
 
A maioria dos jovens da atualidade não tem sonhos, nem maus nem bons.
Eles não têm uma causa para lutar.
 
 

Consciência e Realidade.

 
Consciência
(Albert Einstein)
 
Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou.
 
 
Realidade
(Albert Einstein)
 
A realidade é uma ilusão, embora bastante persistente.
 
 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Mente, Maldade, Humildade, Religião, Insanidade, Valores da vida

 
Mente
(Albert Einstein)
 
A mente avança até o ponto onde pode chegar; mas depois passa para uma dimensão superior,
sem saber como lá chegou.
Todas as grandes descobertas realizaram esse salto.
 
 
Mente
(Albert Einstein)
 
A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.
 
 
Maldade
(Albert Einstein)
 
O mundo não está ameaçado pelas pessoas más e sim por aquelas que permitem a maldade.
 
 
Humildade
(Albert Einstein)
 
A descoberta do poder do átomo mudou tudo, exceto nossa maneira de pensar...
A solução para este problema repousa no coração da humanidade.
Se eu soubesse, teria me tornado um relojoeiro.
 
 
Religião
(Albert Einstein)
 
Minha religião consiste em humildade e admiração do espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que podemos perceber com os nossos espíritos frágeis e duvidosos.
 
Essa convicção profundamente emocional na presença de um poder de raciocínio superior,
que se revela no incompreensível universo, é a ideia que faço de Deus.
 
 
Insanidade
(Albert Einstein)
 
Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa
dia após dia e esperar resultados diferentes.
 
 
Valores da Vida
(Albert Einstein)
 
Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.
O sucesso é só consequência.
 
 
 
 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

A Paciência

 
A PACIÊNCIA
(Joanna de Ângelis)
 
"A paciência é a virtude que te auxiliará na conquista dos bens do corpo, da alma e da sociedade".
Ela ensina a técnica de como se deve aguardar, quando não se pode ter
Imediatamente o que se deseja.
Jamais te irrites.
"A paciência te auxiliará a tudo vencer".
 
Livro Vida Feliz.
 
 
 

O Trabalho

 
O TRABALHO
(Joanna de Ângelis)
 
"Considera o trabalho o melhor meio para progredir.
Quem não trabalha, entrega-se à paralisia moral e espiritual.
O homem que não se dedica à ação libertadora do trabalho
faz-se peso negativo na economia da sociedade.
O Trabalho é vida".
 
Livro Vida Feliz.
 
 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Destino

 
Destino
(Deepak Chopra)
 
O que for teu desejo, assim será tua vontade.
O que for tua vontade, assim serão teus atos.
O que forem teus atos, assim será teu destino.
 
 

Desejo

 
Desejo
(Marcel Proust)
 
Em certa idade, quer pela astúcia quer por amor próprio,
as coisas que mais desejamos são as que fingimos não desejar.
 
 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Sabedoria

 
Sabedoria
(Augusto Cury)
 
O poder de um ser humano não está na sua musculatura, mas na sua inteligência.
Os fracos usam a força, os fortes usam a sabedoria.
 
 
Sabedoria
(Leon Tolstoi)
 
A sabedoria com as coisas da vida não consiste, ao que me parece, em saber o que é preciso fazer, mas em saber o que é preciso saber o que preciso fazer antes o que fazer depois.
 
 
Sabedoria
(Marcel Proust)
 
A sabedoria não se transmite, é preciso que nós a descubramos fazendo uma
caminhada que ninguém pode fazer em nosso lugar e que ninguém nos pode evitar,
porque a sabedoria é uma maneira de ver as coisas.
 
 
 

Amor

 
Amor
(Carlos Drummond de Andrade)
 
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a
vontade de ficar juntos chega a apertar o coração:
- É o amor! 
 
 
Amor
(Albert Einstein)
 
Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor... Lembre-se:
- Se escolher o mundo, ficará sem o amor, mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo!
 
 
Amor
(Carl Gustav Jung)
 
Onde o amor impera, não há desejo de poder; e onde o poder predomina, há falta de amor.
Um é a sombra do outro.
 
 
Amor
(Paulo de Tarso)
 
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
 
 
 
 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Mudanças

Cidade Pinhel-Beira Alta Portugal
 
Mudanças
 
Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.
Em certo ponto do seu percurso, notou que à sua frente havia um
pântano imundo, por onde deveria passar.
 
Olhou, então, para Deus e protestou:
- Senhor, que castigo!
Eu sou um riacho tão límpido, tão famoso, e o Senhor me obriga a atravessar
um pântano sujo como esse! Como faço agora?
 
Deus respondeu:
- Isso depende da sua maneira de encarar o pântano.
Se ficar com medo, você vai diminuir o ritmo de seu curso, dará voltas e, inevitavelmente, acabará misturando suas águas com as do pântano, o que o tornará igual a ele.
Mas, se você o enfrentar com velocidade, com força, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformará em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas nuvens em direção ao oceano. Aí você se transformará em mar.
 
Assim é a vida.
As pessoas engatinham nas mudanças.
Quando ficam assustadas, paralisadas, pesadas, tornam-se tensas e perdem a fluidez e a força.
É preciso entrar pra valer nos projetos da vida, até que o rio se transforme em mar.
 
Se uma pessoa passar a vida toda evitando sofrimento, também acabará
evitando o prazer que a vida oferece.
 
Há milhares de tesouros guardados em lugares onde precisamos ir para descobri-los.
 
Não procure o sofrimento.
Mas, se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o. Arrisque, ouse, avance na vida.
 
Ela é uma aventura gratificante para quem tem coragem de arriscar.
 
 
 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Ser feliz ou ter razão?

 
 
 
"A felicidade custa muito pouco, pergunte aos realmente felizes".
 
 
Ser feliz ou ter razão?
 
Oito da noite, numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa
que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade
admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Mas ele ainda quer saber:
- Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter
insistido um pouco mais... E ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
 
Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
 
Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma palestra, sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou esta cena para ilustrar quanta energia nos gastamos apenas para demonstrar que temos razão. Independentemente, de tê-la ou não.
 
Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência:
Quero ser feliz ou ter razão?
 
Eu já decidi...
Eu quero ser feliz.
 
 


Conto Japonês

Japão
 
Conto japonês
 
Tem um conto milenar , que é mais ou menos assim:
 
Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão.
 
Certo dia, o pavão refletiu:
- Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e exuberante,
porém, nem voar eu posso de modo a mostrar minha beleza.
Feliz é o urubu, que é livre para voar
para onde o vento o levar.
 
O urubu, por sua vez, também refletia no alto de uma árvore:
- Que infeliz ave que sou eu, a mais feia de todo o reino
animal, e ainda tenho que voar e ser visto por todos.
Quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele pavão.
 
Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante ideia em comum
e se juntaram, para discorrer sobre ela:
-Cruzarem-se seria ótimo para ambos, gerando um
descendente que voasse como o Urubu e tivesse a
graciosidade de um Pavão.
Então se cruzaram e daí nasceu o Peru.
 
Que é feio e não voa!
 
Moral da história: 
 Se está ruim, nem tente arrumar,
que pode piorar!
 
 
 

Orgulho

Voltaire
 
Orgulho
                                                                                    (Voltaire)
 
O orgulho dos pequenos consiste em falar sempre de si próprio;
o dos grandes em nunca falar de si.
 
 
 
Sto. Agostinho
 
Orgulho
                                                                                              (Sto. Agostinho)
 
Orgulho não é grandeza, mas inchaço. E o que está inchado
perece grande, mas não é sadio.
 
 
 
 
 

sábado, 5 de outubro de 2013

Amar

 
AMAR
                                                                                                  (André Luiz)
 
Amar não é desejar.
É compreender sempre, dar de si mesmo, renunciar aos próprios
caprichos e sacrificar-se para que a LUZ DIVINA do verdadeiro amor resplandeça.
 
 

Dignidade

Voltaire
 
Dignidade
                                                                                               (Voltaire)
 
A perfeição da própria conduta consiste em manter cada um a sua dignidade
sem prejudicar a liberdade alheia.
 
 

A Morte segundo Clarice Lispector

Estremadura  Portugal
 
A Morte
                                                                                   (Clarice Lispector)
 
Só o que está morto não muda!
Repito por pura alegria de viver.
A salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena.