Serão postados poesias, mensagens, piadas. Poderei comentar algum fato que me tocou na atualidade. poderei tambám colocar convites de eventos. Baixo Astral nem pensar.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Especial Carnaval - Arte com Sérgio Britto (18/02/2012)
Preparando os tanborins ó nega!
Carnaval está chegando!
Paco De Lucía - Concierto de Aranjuez (Full)
Perdemos hoje este grande intérprete de música Flamenca. Deus o acompanhe no retorno a casa do Pai.
Espanha está de luto.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Terceira Idade - Mexa-se
Terceira Idade - Mexa-se
Laís Pilz
A perda da mobilidade causada pelo envelhecimento, não deve ser impedimento para a prática de exercícios. Muito pelo contrário, as atividades físicas não só ajudam na manutenção da boa saúde, como melhoram o funcionamento do cérebro.
Os exercícios desaceleram o processo natural de perda na densidade da massa cerebral, diminuem o risco de problemas cardiovasculares, como enfarte e derrame, e dão maior massa muscular, o que reduz o risco de lesões ou quedas e melhora o equilíbrio.
Alguns dos exercícios recomendados para pessoas acima de 60 anos são: Caminhada, alongamento, musculação, tai-chi, hidroginástica e natação. Não se esqueça que dançar também é um ótimo exercício.
Uma avaliação médica é imprescindível para que os exercícios não tenham efeitos contrários aos desejados. Exercitar a mente também é importante: De leituras a palavras cruzadas, até o joguinho de cartas, estimulam o cérebro, ajudam na memória e na socialização dos idosos.
Como lidar com doenças imprevistas na família
Como lidar com doenças imprevistas na família
Milene Spinelli
Doenças graves e inesperadas costumam ser traumáticas para o paciente e seus familiares. A descoberta de um câncer ou a ocorrência de um derrame pode abalar a estrutura familiar. "A dificuldade em lidar com o problema é sempre grande, principalmente se a doença acometer o responsável pelo lar", diz a médica Regina Lúcia Ramos Pinto, pioneira na implantação do sistema de assistência médica domiciliar em São Paulo e diretora da Conte Comigo, empresa especializada no acompanhamento de pessoas com dependência funcional.
Nesses momentos, é fundamental a presença de alguém que seja, ao mesmo tempo, distante e suficientemente próximo do problema, capaz de apontar caminhos e restabelecer o equilíbrio familiar. Esta pessoa pode ser um amigo íntimo da família ou um profissional. "O importante é evitar reações negativas ou entrar em desespero. Quando possível, o ideal é manter o paciente em casa e interná-lo somente se não houver alternativa. Recorrer a um terapeuta pode ajudar a família a encontrar uma solução para o problema, utilizando tanto recursos financeiros quanto psicológicos. O importante é a estabilidade emocional num momento tão delicado", afirma Graziela Zlotnik Chehaibar, psicóloga e mediadora familiar.
Para amenizar o sofrimento do paciente é preciso estimular atividades em que ele sinta prazer. Nessas horas, se houver condições, o computador pode ser um aliado. "A internet é uma boa ferramenta, já que estimula a interação. O importante é ajudar o paciente a criar autonomia dentro de seus limites, e fazer tudo o que for possível para que ele se sinta útil. Cuidar do lado social e afetivo pode ajudar no tratamento médico", avalia Regina. A religião também auxilia na busca pela estabilidade. "A fé não ajuda apenas na conformidade, mas principalmente, em como lidar com a situação", segue a médica.
Ao lidar com a doença, a família deve buscar novos pontos de equilíbrio. "Não é fácil conciliar os assuntos do dia-a-dia com os cuidados com o doente, principalmente em caso de dependência funcional - ou seja, problemas de locomoção ou falta de autonomia. As famílias estão menores e os horários cada vez mais apertados", afirma Regina. "Se as responsabilidades não forem divididas, é comum que um membro da família se torne o cuidador. E muitas vezes encontramos este cuidador solitário e desgastado emocional e fisicamente, o que acaba por refletir de forma negativa na própria família. Esta pessoa também deve ter seus momentos de lazer e de relaxamento", alerta a médica.
Depressão: Os riscos da ansiedade
Depressão: Os riscos da ansiedade
A depressão é um transtorno que afeta milhares de pessoas em todo o mundo. Segundo a Organização mundial de Saúde, o risco de um indivíduo ser diagnosticado com um quadro depressivo dobrou nos últimos 40 anos. Cerca de 18,6% das mulheres apresentam a doença e nos homens equivale a 11%.
Aproximadamente 30% das mulheres terão depressão ao longo da vida. A tensão menstrual, os hormônios e o pós-parto são os principais fatores que desencadeiam o processo.
Uma das preocupações dos psiquiatras está relacionada aos 15% dos pacientes que cometem suicídio e os que não seguem o tratamento. A tristeza, diminuição do prazer de viver, mudanças de peso, fadiga, sentimentos de culpa, baixa auto-estima, ansiedade, perda de concentração, insegurança e cansaço são os sintomas mais frequentes.
De acordo com a psiquiatra Alexandrina Meleiro, a depressão tira das pessoas a energia interior. "Geralmente, a tristeza não tem fundamento por isso cabe ao médico analisar as alterações no comportamento do paciente. Dar apenas o remédio não soluciona o problema", afirma a médica.
O tratamento dura no mínimo seis meses e é feito à base de medicamentos antidepressivos que atuam na regulação dos neurotransmissores cerebrais (noradrenalina e serotonina), às vezes associado à psicoterapia.
O importante é buscar atendimento médico.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
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