Depressão: Os riscos da ansiedade
A depressão é um transtorno que afeta milhares de pessoas em todo o mundo. Segundo a Organização mundial de Saúde, o risco de um indivíduo ser diagnosticado com um quadro depressivo dobrou nos últimos 40 anos. Cerca de 18,6% das mulheres apresentam a doença e nos homens equivale a 11%.
Aproximadamente 30% das mulheres terão depressão ao longo da vida. A tensão menstrual, os hormônios e o pós-parto são os principais fatores que desencadeiam o processo.
Uma das preocupações dos psiquiatras está relacionada aos 15% dos pacientes que cometem suicídio e os que não seguem o tratamento. A tristeza, diminuição do prazer de viver, mudanças de peso, fadiga, sentimentos de culpa, baixa auto-estima, ansiedade, perda de concentração, insegurança e cansaço são os sintomas mais frequentes.
De acordo com a psiquiatra Alexandrina Meleiro, a depressão tira das pessoas a energia interior. "Geralmente, a tristeza não tem fundamento por isso cabe ao médico analisar as alterações no comportamento do paciente. Dar apenas o remédio não soluciona o problema", afirma a médica.
O tratamento dura no mínimo seis meses e é feito à base de medicamentos antidepressivos que atuam na regulação dos neurotransmissores cerebrais (noradrenalina e serotonina), às vezes associado à psicoterapia.
O importante é buscar atendimento médico.


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